O Quarto crescente

Farah, a esposa do emir Nasser, dá luz a gêmeos causando muita alegria e satisfação, já que não possuíam filhos.

Vivendo num ambiente de harmonia e riqueza, a infância das crianças transcorre calmamente. Aos poucos, é possível notar a distinção de personalidades entre eles o que  ocasiona sérios transtornos aos pais. Layla não aceita a servidão das mulheres muçulmanas e tenta reverter isso compartilhando alguns costumes destinados somente a Karim. Desse modo, passa a ter aulas de arco e flecha após argumentar com o pai, tornando-se mais tarde, uma exímia arqueira para orgulho dele.

Assim, de uma beleza fenomenal, mas de temperamento forte e tempestuoso, Layla atrai a atenção de todos ao seu redor, principalmente de Munir Al Jerrari, um emir de Córdoba que vai fazer negócios com Nasser.

Sem resistir a tamanha atração, tenta desposá-la, mas Layla  já está prometida ao primo, Zafir, conforme o desejo de seus pais.

Então, inconformado com a rejeição, planeja tomá-la de qualquer maneira, sem pensar que tal atitude irá afetar negativamente a vida de todos, provocando conseqüentemente separação, ódio e perdas.

Obra de natureza espírita traz a tona reflexões de diversos temas, tais como a intolerância religiosa, a situação feminina e a imposição de papéis culturais entre outros.

Em suma, o livro mostra em detalhes a situação histórica da Espanha Muçulmana na Baixa Idade Média, tornando a leitura mais interessante e com grandes ensinamentos.

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~ por Márcia Vidal em agosto 27, 2008.

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