Anna Karenina

Adaptado diversas vezes para o cinema, Anna Karenina é uma das obras mais célebres de Tolstói.

Anna visita seu irmão que está preste a se divorciar, devido ao caso extraconjugal que teve com uma governanta. Durante sua estada em Moscou, conhece o conde Vronski, o prometido de Kitty. Com poucos encontros, nasce uma paixão incontrolável e temendo algo mais, Anna retorna ao lar, mas Vronski vai ao seu encalço, sem a preocupação de um possível escândalo.

Daí, eles se tornam amantes até o marido de Anna saber que além do caso extraconjugal, a esposa está grávida. Mas, Karenin a perdoa apesar de todo o sofrimento e vergonha passados, aceitando em seguida cuidar do filho de outro.

Assim, sem suportar a separação, os amantes resolvem fugir, desprezando os bons conceitos e as tradições de uma sociedade hipócrita.

Por outro lado, Levine sofre terrivelmente pelo amor de Kitty que o trocou por Vronski. Magoado, se refugia na sua fazenda e para esquecê-la, dedica-se dia e noite ao trabalho no campo.

Algum tempo depois, Levine tem notícias de Kitty e tenta conquistá-la novamente, já recuperada da antiga paixão.

O romance não trata somente de um caso de adultério, mas há o questionamento do autor sobre a vida e a justiça social por trás de crises familiares. Também, analisa algumas questões como filosofia, ciência, religião e a busca existencial.

Logo, diante disso, é considerada ainda uma obra magnífica até porque descreve o retrato da Rússia, quando Tosltói a escreveu.

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~ por Márcia Vidal em abril 25, 2008.

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