A Pequena flor

O documentário narrava com sofreguidão e exibia imagens desse ínfimo humano conhecido por Pequena Flor. Então, transparecendo a timidez e o medo, escondia-se por trás do único homem em quem confiava, buscando mais que proteção.

Por outro lado, algumas pessoas, num consultório médico, questionavam-se espantadas, sobre a existência da criatura. Ao mesmo tempo em que apresentava a reportagem, uma mulher se revezava entre o jornal e a televisão, ambos portadores da mesma notícia. Seguido a isso, uma menina de cinco anos de idade ouve os comentários, encantada, soltando para si, expressões como se vivesse um conto de fadas.

Enquanto isso, à espera do pai, uma noiva se apieda diante da cena da gravidez de Pequena Flor. Imagina como viverá essa criança num mundo apoderado pelo aquecimento global. De repente, uma velha resolve medir o tamanho da frágil criatura, calculando a possível altura do novo indivíduo.

Assim, diante da polêmica, um garoto se sensibiliza, embriagando todos com idéias solidárias. Emocionado por expor a importância de uma suposta contribuição, explicita-a não só em suprimentos, senão em conforto espiritual a nova vida preste a se originar, mesmo com diferenças. Pela questão humana, reforça que a aceitação do outro, independente de imperfeições.

Comovidos com suas palavras, uns titubeiam diante da verdade, no entanto outros se mostram indiferentes. Logo, em resposta a isso, o documentário transmite uma visão desprovida da realidade destes…

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~ por Márcia Vidal em abril 23, 2008.

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