A Lenda do tesouro perdido

Imagine um tesouro que vale bilhões de dólares além de conter uma das provas mais valiosos da história da humanidade! E para encontrá-lo, é necessário desvendar “x” enigmas!

Após ouvir o relato de seu avô sobre a existência de um tesouro cobiçado por gerações, Ben Gates dá continuidade na busca, possuindo a mesma perseverança de seus antepassados.

Com a ajuda de Ian, o financiador e um outro caçador de tesouros, chegam ao Ártico para encontrar Charlotte, uma embarcação naufragada. Assim, pensando que encontraria o tesouro ali, Ben e outros se deparam com outro enigma, cuja informação está na Declaração da Independência dos Estados Unidos.

Então, para ter a acesso ao documento, a única maneira seria roubá-lo, segundo Ian. Mas, Ben não concorda e os dois se separam após troca de tiros.

Tentando evitar esse crime, Ben alerta o FBI, sem sucesso, quando ele resolver fazer o mesmo que Ian, mas com a intenção de proteger o documento, devolvendo-o em seguida. Também, porque pretende desvendar mais um dos enigmas.

Mas, as coisas vão por água abaixo mesmo bem planejadas. Sob o seu encalço a curadora do arquivo nacional, Abigail, e seu ex-parceiro que a todo custo quer o tesouro, resta provar o quanto a família tinha razão diante da ganância e cobiça de outros.

Uma mistura de Indiana Jones com Código Da Vinci, o filme deixa a desejar em alguns momentos. As atuações são forçadas e os diálogos cansativos, sem comentar que a trilha sonora é genérica. Alguns personagens poderiam ter inexistido assim como cenas, tais como Abigail e o envolvimento com o protagonista. A última cena, é patética e tipo “felizes para sempre no castelo”.

O único momento hilariante do filme é quando Nicolas Cage diz algo como “a isca sempre leva a pior”, para descontrair durante o tenso encontro com Ian. Talvez, uma maneira de arrancar alguma gargalhada, após minutos entediantes.

Enfim, um filme para assistir sem compromissos até porque é uma aventura com um quebra-cabeça cheio de reviravoltas e com um estilo bem americanizado. Por isso, tão sem sentido.

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~ por Márcia Vidal em abril 7, 2008.

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