Os Sete pecados capitais no ambiente profissional

Os Sete pecados capitais no ambiente profissional

No cotidiano é comum nos depararmos com situações e sentimentos que venham a nos causar um certo desgaste emocional ou físico. Mas, como cada coisa tem seu preço e só sobrevive o melhor nesta selva de pedra, resta nos animalizarmos aos problemas e sermos indiferentes ao resultado disso.

Coisas como essas, por exemplo, acontecem no ambiente de trabalho, principalmente quando o grupo é avantajado e “perfeito”. Entre os membros ocorre o que eu denomino de uma mistura de pecados capitais e de manipulação. E isso cria uma neurose ou, simplesmente, uma conquista do poder. Mais tarde, um conflito sem sentido e sem destino, cheio de emoções caóticas.

Alerto que alguns desconheçam o que escrevo, mas sem subestimar o QI de cada pessoa, talvez na conclusão bata o insight e elas resolvam partir para as “penitências”, em busca do perdão ou de retaliações, para registrar sua marca pessoal, pois cada um sabe o que se passa na sociedade num momento confuso.

Como ninguém é igual a ninguém e custamos um pouco a aceitar isso, se não deglutimos estas verdades, conscientemente alimentamos sentimentos, convertidos em mágoas, que refletem inconscientemente em nossos atos. Teologicamente, estes sentimentos, uma vez errôneos, são definidos como pecados capitais ou vícios capitais.

Estes são a gula (abusar do paladar), a preguiça (evitar fazer esforços), a luxúria (ser escravo da sensualidade), a inveja (sacrificar-se para imitar os outros), a avareza (destruir a saúde na ânsia de riqueza), a ira (cultivar o ódio e os ressentimentos) e o orgulho (sobrepujar os outros para aparecer).

Porém, nem sempre eles são apresentados somente no sentido físico, mas também no psicológico. Não adianta o ser humano negar que nunca, jamais sentiu isso. Sem querer, somos levados pelo próximo, pelo outro, e isso repercute numa série de obsessões pessoais. Se não, apenas projetamos algo que não existe.

O que mais predomina no ambiente de trabalho é a inveja que é um mal inconfessável. Aquele que sente ou possui inveja jamais irá admitir que realmente a tem. Mas são seus atos que o denunciam, se não palavras proferidas com tonalidades ferinas.

E tudo começa com pequenas intenções, que depois se tornam amargas e cruéis, resultando num conjunto de uso e de abuso da mediocridade.

A inveja abre portas para outros vícios capitais. E a pessoa que se submete a isso só demonstra o quanto é pobre espiritualmente e infeliz. Assim como há aqueles que se vangloriam de vitórias materiais, que só deixam à mostra o que não são, pois o que sai da língua, é duvidoso.

Sob este ponto de vista, defino estes seres humanos de párias sociais, que são nada mais que animais praticando o comensalismo. Ou pessoas sendo predadoras de outras.

Em suma, se hoje é o caçador perseguindo sua presa, saiba que, na vida, as situações se invertem. Ora ação, depois reação. E eis a fraqueza humana: pensar que quietude é sinal de submissão. Segundo Descartes, “os sentidos são falhos” e aqueles que ontem eram ouvintes, amanhã serão delatores.

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~ por Márcia Vidal em março 31, 2008.

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