João Miguel

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Tendo como ambientação um presídio no interior do Nordeste e características peculiares ao linguajar da massa sertaneja, este segundo livro de Raquel de Queiroz é definido como romance da frustração e da espera angustiada.

Durante uma festa, João, um homem de estirpe simples, estando alcoolizado, assassina um desafeto, indo parar na cadeia, em seguida. Durante seu encarceramento, conhece outros detentos que foram vítimas de atos impensáveis e aguardam com esperança o dia do julgamento.

Nos primeiros dias, João Miguel sente na pele o significado da falta de liberdade, como também o isolamento e a inação. Assim, para preencher o tempo, passa a fazer chapéu de palha.

A obra reflete a respeito do que seja uma prisão aos criminosos e quais as conseqüências, e as sensações vivenciadas.

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~ por Márcia Vidal em março 22, 2008.

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